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sábado, 3 de janeiro de 2009

Um punhado de versos pretensamente eróticos

Caio Rudá de Oliveira

Lapso


a razão é débil:
subjaz aos instintos atiçados
dilui-se no sangue fervente
exala no aroma dos corpos
perece ao pré-gozo
e retorna...
quando o prazer são ecos
pelo quarto


Utopia

No rosto, um semblante
de vitória
No peito, um sentimento
de satisfação
No passado, a virgindade

Na verdade, uma fantasia
de adolescente

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