Suava.
Seus poros emanavam
não apenas líquido
que em vão tentavam retirar
do corpo
o calor excessivo.
Fluíam também
olhares-de-sereia.
Era imprescindível amar.
A febre ansiava
barro para forjar um corpo varão
e dele
de sua costela
sair mulher.
Seus poros emanavam
não apenas líquido
que em vão tentavam retirar
do corpo
o calor excessivo.
Fluíam também
olhares-de-sereia.
Era imprescindível amar.
A febre ansiava
barro para forjar um corpo varão
e dele
de sua costela
sair mulher.
Achei ótimo esse poema. Os termos fortes nos versos deram um tom de sexualidade que eu adoro nos textos.
ResponderExcluirOi, Marcelo!
ResponderExcluirObrigado pelo elogio. Quem bom que tem gostado do nosso trabalho.
abraços